Segunda-feira, Maio 18, 2009

Lisboa A4 - Novo Quarteto nasce em Lisboa

Filipe Rebelo _ Guitarra Portuguesa
João Madeira _ Viola Clássica
Fernando Ascenção _ Contrabaixo

Andreia João Lopes _ Voz



A Cidade cantada ao som destes quatro instrumentos.

Um encontro ao virar de quatro esquinas de quatro ruas de Lisboa, quatro músicos de quatro terras, quatro caminhos, quatros influências... Um Ensemble que funde várias correntes da Música Lusófona: Fado, Música Tradicional de Raiz Portuguesa, Música Mirandesa e Chorinho.

A quatro apresentam uma homenagem a autores intemporais como, David Mourão-Ferreira, Zeca Afonso, Florbela Espanca, entre outros; num espectáculo singular.

Ver agenda em www.myspace.com/andreiajoaolopes


Domingo, Abril 19, 2009

ÉTER - Produção Cultural


ÉTER - Produção Cultural



A Éter é uma produtora que se dedica à criação e produção artísticas nas áreas do Teatro, Literatura e Música. Tendo como principal tema de pesquisa a História e a Cultura portuguesas, a É
ter produz espectáculos em espaços patrimoniais deste país.

Actualmente encontram-se em exibição e disponíveis para marcação os espectáculos:
  • MEMORIAL DO CONVENTO de José Saramago, no Palácio Nacional de Mafra (Convento de Mafra)
  • VIEIRA - O SONHO DO IMPÉRIO de Filomena Oliveira e Miguel Real, no Museu Nacional do Teatro.


MEMORIAL DO CONVENTO de José Saramago

SINOPSE


Ansiando por um filho que tarda, o rei D. João V é avisado por frei António de S. José:
"Mande V. Majestade fazer um convento de franciscanos em Mafra e Deus vos dará descendência".
O desejo real desencadeará uma epopeia de homens, um esforço hercúleo de milhares de trabalhadores arregimentados em todo o país, de arquitectos, engenheiros e materiais vindos do estrangeiro e pagos a peso de ouro do Brasil, esgotando-o.
Unidos por um amor natural, Blimunda e Baltasar reúnem-se a Bartolomeu de Gusmão e ao seu sonho de voar. A passarola, máquina voadora, misto de barco e de pássaro, nasce do saber científico de Bartolomeu, da força de trabalho de Baltasar e dos poderes de Blimunda, recolhendo as vontades humanas (as "nuvens fechadas"), que alimentarão a máquina e a farão voar. Sobre as obras do Convento de Mafra terá passado o Espírito Santo, dizem os padres e acredita o povo. Voar, nesse tempo, não sendo obra de Deus, só poderia sê-lo do demónio, e assim se anuncia o fim trágico das três personagens maravilhosas.


FICHA TÉCNICA

Abertas as Marcações para 2009

Disponível Para Escolas
4ª 5ª 6ª 11h e 15h

M/12
Público-Alvo: Ensino Secundário e Universitário

Marcações:
PNM - Telf: (+351) 261 817 554
Fax: (+351) 261 811 947
E-mail: pnmafragmail.com
Tm: 917069965



Co-Produção:
Museu Nacional do Teatro e a ÉTER – Produção Cultural



Nos 400 anos do nascimento do Padre António Vieira...
SINOPSE

Nas diferentes cenas, as personagens, a música e as imagens, revelam-nos momentos da vida de Padre António Vieira, destacada figura da História da Cultura de Portugal e do Brasil, não só como um dos maiores oradores de todos os tempos, mas também como político ousado, diplomata e missionário. Defendeu as duas minorias étnicas prevalecentes no Brasil do século XVII – os escravos negros e os indígenas. Para os negros, condenados a um trabalho desumano e atroz nas plantações de açúcar, embora nunca peça a abolição da escravatura, exige o respeito cristão e um tratamento humano; para os índios, no Pará e Maranhão, defende a criação de Missões onde, através de educação cristã, os índios eram integrados numa nova sociedade. Na Europa defendeu os cristãos-novos e os judeus como modo de reabilitação económica de Portugal, o que o levou a ser preso e condenado pela inquisição; do seu contacto com o judaísmo e, inspirando-se nas Trovas de Bandarra, criou a mais grandiloquente teoria providencialista portuguesa: o Quinto Império, que terá o seu máximo esplendor em A Mensagem de Fernando Pessoa.

FICHA TÉCNICA

Texto: Miguel Real e Filomena Oliveira
Música original e orgânica sonora: David Martins

Voz: Andreia João Lopes

Interpretação: José Henrique Neto, João Brás, Pedro Mendes
Figurinos: Ana Bruno
Imagem: AnaF
Encenação: Filomena Oliveira



A partir de 2 de Dezembro 2008
sob marcação prévia

Disponível Para Escolas
3ªf - 15h
4ª, 5ª, 6ªf - 11h e 15 h
Público em geral
Sáb. 13 de Dez. – 16h

Marcações
MNT - Telef: (+351) 21 756 74 10/19
Fax: 21 757 57 14
Email: mnteatro@ipmuseus.pt

Tm: 917064808

Quinta-feira, Setembro 06, 2007

Todos os Caminhos vão dar a Sintra...


Fado, Flamenco, Dança Contemporânea, Dança Oriental, Percussão, Sapateado, Arte Circense, Demonstrações Equestres, Música e Multimédia são os ingredientes de um espectáculo muito forte e com grande componente cultural.

CAMINHOS, cria vários “palcos” de Acção, de forma a que, mais do que um espectáculo convencional, seja uma apresentação altamente interactiva e interventiva com o público e com a área circundante.

Esta criação tem a assinatura da bailarina e coreógrafa Lucília Baleixo e do Ai! a Dança Atelier, cujo principal objectivo é criar a pensar no grande público.


Quarta-feira, Agosto 15, 2007

A voz do Atlântico 2007...


Andreia João Lopes, no último dia 11 de Agosto defendeu a Ilha dos Açores e o Concelho de Sintra no Festival "Vozes do Atlântico 2007" e, para gáudio dos açorianos e dos sintrenses... venceu o Festival.

A canção interpretada por Andreia Lopes "Fragrâncias" é da autoria do açoriano Carlos Massa, e recebeu também os prémios de melhor letra e de melhor música.

Uma noite agradável e inesquecível...

Pode ouvir o tema Fragrâncias na página do Hi5 de Andreia.
__________________________::__________________________


Domingo, 12 de Agosto de 2007
Vozes do Atlântico

Fonte: Diário da Madeira

"Andreia Lopes durante a sua actuação.



Música, luz, som e dança encheram o polidesportivo do Faial, Madeira, ontem à noite. Foi a XXVI edição de um certame que já marca o calendário regional dos eventos culturais. A qualidade voltou a ser a grande marca da noite, que teve como grande vencedora a canção "Fragrâncias", interpretada por Andreia Lopes, dos Açores. "


__________________________::__________________________


Segunda-feira, 13 de Agosto de 2007
Vozes do Atlântico
Fonte: Jornal da Madeira



"Canção açoriana venceu



“Fragrâncias” foi o tema vencedor do XXVI Festival da Canção do Faial “Vozes do atlântico”.

A canção interpretada por Andreia Lopes recebeu, também os prémios de melhor letra e de melhor música. Numa noite agradável, desfilaram dez canções inéditas, levando grande magia e animação aos muitos espectadores que se deslocaram ao polidesportivo do Faial. O espectáculo iniciou-se com as actuações da Tuna da Casa do Povo do Faial, do Grupo de Animação “Nova Geração” da ADCF, dos vencedores do concurso “Santana Cidade a Cantar” e de Ruimán, vencedor do Festival Internacional da Canção das Ilhas Canárias.

Próximo das 22h00 iniciou-se a segunda parte do festival com uma coreografia pelo grupo “Nova Geração” e com a interpretação da canção vencedora do Festival de 2006 “Distância”, por parte de Ricardo Soler. Depois seguiu-se o desfile das canções concorrentes e a as actuações do cantor de Tenerife Ruimán e do grupo “Seis po’ meia dúzia”, que interpretaram alguns temas tradicionais da região “à capella”.

Já de madrugada foram divulgados os resultados. O júri constituído por cinco elementos ligados às letras e à música premiou a melhor letra e música da canção nº 9: “Fragrâncias”, do açoriano Carlos Massa. A melhor interprete foi Yaiza Marlenne, que veio de Tenerife e cantou “Tengo una misión”. Após alguma confusão gerada pela apresentadora foram entregues prémios às cinco melhores canções. Em quinto lugar ficou a canção “Passas leve” e em quarto “O êxtase da maresia”. No pódio ficaram “Foi assim”, no terceiro lugar e “Tengo una misión” em segundo lugar.

A grande vencedora da noite foi a representante dos Açores, Andreia Lopes com o tema “Fragrâncias”. Na cerimónia de entrega dos trofeus estiveram presentes diversas personalidades (directores regionais Assuntos Culturais, Juventude e Turismo). Hiolanda Vieira, presidente da Associação Desportiva e Cultural do Faial, entidade organizadora deste evento, começou por expressar os seus agradecimentos a todos os que estiveram envolvidos neste festival, numa «noite mágica com vozes harmoniosas e sons cativantes, que tornaram a noite num momento único e inesquecível». Considerou este festival «como símbolo do heroísmo dos que trabalharam na sua preparação», para além de ser uma forma de «divulgar a freguesia em todo o mundo». Por sua vez, João Henrique Silva, director regional dos Assuntos Culturais, felicitou a organização por este evento que culminou numa «noite especial de música e juventude».

Para o director, o festival ganhou uma dimensão internacional e reúne vozes do atlântico. «O festival vale pela insularidade aberta e pela riqueza da manifestação e participação dos povos». Henrique Silva fez notar o crescimento qualitativo do festival ao nível das interpretações, letras e músicas. O festival «ganhou espaço, participação e dimensão», destacou o director.

Com a ponte velha em fundo, o festival voltou a ser um sucesso, no entanto, poderiam ser melhorados a qualidade da apresentação e a diminuição dos “tempos mortos”, que causaram algumas críticas das largas centenas de pessoas que assistiram ao espectáculo. "

__________________________::__________________________

Quarta-feira, 15 de Agosto de 2007

Vozes do Atlântico

Publicada por Fórum da Rádio Graciosa

Açores vencem festival Vozes do Atlântico na Madeira


Realizou-se no passado dia 11 de Agosto, na Madeira, o festival Vozes do Atlântico que contou com a participação de dez canções em representação das Canárias, Cabo Verde, Continente, Açores e Madeira.

A representação açoriana conquistou o primeiro lugar do festival, com a canção “Fragrâncias” (interpretada por Andreia Lopes), que tem letra e música da autoria de Carlos Massa, conhecido músico micaelense que, durante largos anos, foi proprietário do extinto bar Zás Trás, na Lagoa.

O júri composto por cinco elementos, distinguiu ainda a participação açoriana com os prémios para a melhor letra e melhor música. O tema será agora editado em CD tendo também presença assegurada na abertura da próxima edição do festival Vozes do Atlântico a realizar em 2008.

A participação açoriana neste evento foi apoiada pela Junta de Freguesia de Santa Maria e São Miguel de Sintra. Outras entidades regionais não atenderam os pedidos de apoio feitos, nem este ano, nem em anos anteriores. Carlos Massa já participou por três vezes neste festival, tendo alcançado sempre honrosos resultados.

Domingo, Julho 08, 2007

FESTIVAL INTERNACIONAL DA CANÇÃO DO FAIAL

“VOZES DO ATLÂNTICO”

Associação Desportiva e Cultural do Faial


Com o apoio da Junta de Freguesia Santa Maria e São Miguel, Sintra.


A todos... Muito Obrigada!

.

.

No próximo dia 11 de Agosto pelas 21h, Andreia João Lopes representará Sintra neste festival, que se realiza na Ilha da Madeira, depois de ter aceite o convite do autor Carlos Massa para gravar a canção inédita "Fragrâncias", e depois de esta ter sido apurada pelo primeiro júri do concurso!

.

A direcção musical ficou a cardo do músico Lúcio Vieira, autoria de Carlos Massa e interpretação de Andreia.

.

Este Festival tem como objectivos principais revelar novos talentos artísticos, estimular a criação de temas musicais e poéticos, promover um espectáculo musical em ambiente de festa e de alegria, proporcionar a participação de Intérpretes e Autores da Região Autónoma da Madeira (R.A.M.), de Portugal Continental e das Ilhas da Macaronésia (Açores, Canárias e Cabo Verde) e promover a imagem e cultura da R.A.M. nas Regiões participantes.

.

O festival vai ser transmitido na RTP Madeira e RTP Internacional.

Sexta-feira, Dezembro 01, 2006

Andreia João Lopes

Andreia João Viana Lopes nasce em Sintra a 4 de Novembro de 1978.



.

Sem músicos na família, descobre com o seu único irmão (treze anos mais velho) o panorama musical dos anos 80. Desde a infância que se revia em actividades artísticas como o teatro, a música ou a dança, fosse em apresentações familiares ou em "espectáculos" para grandes plateias imaginárias. Também integrou um rancho

.

Escolhe Animação Sociocultural para concluir o liceu. Aí tem o primeiro contacto com a arte de representar com os professores de expressão dramática Maria João Fontaínhas e João de Melo Alvim, director da Companhia de Teatro de Sintra. Chega a colaborar com duas companhias de teatro de Sintra, os grupos Tapa Furos e Utopia, entre 96 e 99.






No entanto, a música chamou mais alto, e em 2002 procurou ter aulas de técnica vocal com a professora Maria do Rosário Coelho.



Paralelamente ao canto, desenvolve desde Setembro de 2006 um projecto de formação em duas escolas do 1º ciclo do ensino básico do concelho de Sintra, como professora de "Movimento, Música e Drama", e na Escola de Dança Ana Köhler em Lisboa, como professora de "Movimento e Dança Criativa" do Grupo de Acção Comunitária - G.A.C. - (fundado em 1995 pela equipa de intervenção comunitária do serviço de psiquiatria do Hospital de Sta Maria), neste caso, com o desafiante objectivo de promover a reabilitação psicossocial de um grupo de adultos, e ainda se insere no programa não menos desafiante da mesma escola, o curso "PetitArt", desta feita destinado a crianças com idades entre os 8 e os 11 anos (PetitArt I), e entre os 12 e os 14 anos (PetitArt II), onde lecciona Introdução à Música.

.

A ideia base do PetitArt é proporcionar às crianças o acesso à aprendizagem de três formas de arte, e nesse enquadramento desenvolver as capacidades de conhecimento, interpretação e observação da dança, música e teatro.

Terça-feira, Novembro 28, 2006

Jorge Pitacas_In Dubis Causa





«O Jorge é, com a sua particular sensibilidade musical, um criativo e executante a ter em conta no que podemos ter para ouvir nos próximos anos. Além de compositor, é um excelente executante na guitarra, canta as palavras como poucos. Em breve será possível vê-lo num estúdio com a sua banda In Dubis Causa a preparar o som que o Mundo precisa de ouvir.
O Jorge foi ambliope na infância e cegou na adolescência. Foi na música que encontrou refúgio e alívio enquanto se despedia do mundo das imagens e se adaptava à situação.
Em 1994, conheceu o baixista Celso Valdez a quem musicou algumas letras, daí surgiu o projecto In Dubis Causa, que gravou o Cd com o mesmo nome. Desde aí continuaram o desenvolvimento de originais, apesar da distancia entre Sintra e Setúbal.
Nos últimos meses, com a gravação dos novos temas e contando com a participação de excelentes músicos, internacional, entrou-se numa nova fase que pode vir a dar em breve na banda de que se fala..»

José de Menezes Out.2005


Andreia conhece Jorge Pitacas em 2000, durante um concerto do músico num bar em Sintra, quando um amigo em comum sugere que, "só pra fechar a noite!", Andreia o acompanhasse num tema. Para ela cantar não era ainda algo sério, mas este encontro surge como um prenúncio que alteraria essa realidade.

.

Depois deste encontro musical espontâneo, surge o convite para juntos apresentarem no seu próximo concerto alguns temas, entre eles Cantigas de Maio de José Afonso, concerto al improvizzo realizado na Sociedade 1º de Dezembro em São Pedro de Sintra.

Jorge Pitacas tem um percurso notável. Em 1995 edita o seu primeiro albúm de originais - IN DUBIS CAUSA, com edição da VIDISCO em 1996 e com produção de Marco Quelhas.

IN DUBIS CAUSA


IN DUBIS CAUSA

Jorge Pitacas (composição músicas, viola e voz)
Celso Valdez (letras e guitarra baixo)
Ernesto Leite (teclas)
João Maló (viola solo)
Miguel Macaranhas (guitarra)
Beto (percussão)
Azevedo (trompete)
Toscano (saxofone)
Iolanda, Marco Quelhas, Ernesto Leite (coros)

Desde então, encontra o ponto de partida para interessantes intercâmbios com vários músicos que contribuem para abrilhantar a sua música, entre eles:


Zezé Araujo (percussões e vozes)
Elias Kacomanolis (bateria, percussão e vozes)
Ciro Bertini (teclados e acordeon)

Paulo Croft (guitarra flamenca)
Cláudio de Brito (guitarra eléctrica em "Nada Do Que Fui")
Willy Kirsch (flauta solo em "Semear a Terra")

Ricardo Pinto (trompete)
Luis Trinta (sax Tenor)
Kiko (trombone)

Andreia João Lopes (voz em "Vertigem")

Jorge possui um talento muito especial que lhe permite obter uma singularidade musical notável, com composições frescas que combinam um excelente ritmo e balanço, claramente expresso através da sua voz e da sua guitarra. Andreia conta com o seu trabalho enquanto compositor, ou criador de canções, como ela gosta de o chamar.




Ao vivo com o projecto "A Corda", 2008

Em cena

Amigos do Peito_Concerto Infanto-Juvenil

O concerto Amigos do Peito estreou-se no dia 12 de Março de 2005 no Teatro da Trindade em Lisboa, onde esteve até 1 de Maio de 2005. É uma iniciativa produzida por Helena Percheiro, e conta com a direcção musical de Paula Oliveira.


Em Janeiro de 2006, surge o convite para vestir a boneca “Beta”, por parte da produtora Helena Percheiro, conciliando assim as duas áreas que mais gosta: o Canto e o Teatro.



É um espectáculo multimédia, misturando num concerto, vídeo, desenhos animados e telediscos, abrangendo vários géneros musicais, do rock ao jazz, do hip-hop ao tango.

Um dos objectivos do espectáculo é despertar nas crianças o espírito de solidariedade. Para tal, as músicas representam a diversidade e a tolerância. No dia da estreia, foi lançado um álbum com as músicas de Amigos do Peito, cujos lucros revertem a favor da Amnistia Internacional e da Unicef, que apoiam a iniciativa. O disco saiu em Março de 2005 como suplemento do DN.

"O palco está às escuras, mas os músicos já estão nos seus lugares e preparam-se para tocar. A música começa, finalmente, e fazem-se ouvir ao mesmo tempo que se inicia o primeiro jogo de luzes." As canções têm a ver com o imaginário de cada um, por isso a produtora Helena Percheiro espera "que as pessoas se divirtam e que apreciem o espectáculo" - Amigos do Peito.



Ao vivo Teatro Municipal da Guarda, 2006

Cruzeiros 2006_Mezo Atlantic Band



Em 2006, aceita sem hesitar a proposta do produtor Luís Amorim para cantar a bordo do navio Princess Danae, da frota da Classic International Cruises, por um período de dois meses.

Percorre então milhares de milhas entre o Sul (Cabo Verde, Marrocos e Canárias) e o Norte (França, Holanda e Alemanha), ou acompanhada por uma pequena orquestra, a Mezo Atlantic Band, e por um corpo de ballet; ou em formato de piano-bar, com o pianista George Coller, e com os cantores Lucía Echague, Pedro Malagueta, entre outros.

É quando conhece Tito Paris, Jon Luz e Lúcio Vieira, convidados especiais de um dos cruzeiros a Cabo Verde, experiência que vem estimular a sua sensibilidade e enriquecer grandemente o seu percurso.



Serenata em Cena_Quarteto Vocal



Foi assim o inicio oficial do seu percurso musical a nível profissional.

Em 2001, estava em formação um quarteto vocal luso-brasileiro com Pedro Moreno, na direcção musical e arranjos harmónicos das vozes, Acácia Dourado, contralto, Samuel Matias, tenor e Andreia, soprano.

Pedro Moreno é um cantautor brasileiro que vive em Portugal há 14 anos. Foi membro fundador do quarteto brasileiro de serenatas Trovadores Urbanos, formação que ainda hoje tem bastante sucesso no Brasil. Moreno transportou consigo a vontade de fazer nascer algo que rebuscasse o Romantismo, desta feita em Portugal, nascendo assim o Quarteto Serenata em Cena.

Nada melhor que um momento clássico de harmonização de quatro vozes de texturas diferentes, com apoio de uma guitarra clássica ou á capela, para resgatar um Amor!


Muitas vezes partilharam o palco com músicos convidados como Gabriel Godoy, Netinho ou Castóra, num reportório, que reunia temas de Bossa Nova, Chorinho, Zeca Afonso ou Vitorino, e até alguns clássicos de jazz, oferecendo assim um maior leque de possibilidades de concertos e apresentações, como por exemplo:

Espaço das 7 ás 9 no CCB, Casa da Juventude de Sintra, Feira Internacional de Artesanato do Estoril, Speakeasy, Espaço Chiado (em 2003, aquando de um encontro cultural entre o então Presidente da República, Dr.Jorge Sampaio, e o Presidente do Brasil Dr. Fernando H. Cardoso, para formalizar uma homenagem ao centenário do antigo Presidente Brasileiro, Juscelino Kubitschek).



Também se contam momentos muito interessantes que tornava o projecto um perfeito desafio, pois o quarteto surgia de surpresa em aniversários e outros encontros festivos que homenageavam alguém especial, como foram exemplos Mozer, Luís F. Scolari ou Jardel, entre 2001 e 2004.



Um ano depois da sua formação, o quarteto conhece a produtora de eventos culturais By the Music, da qual surge um convite para participar num dos seus grandes espectáculos, o Ópera Rock com a cantora lírica Yolanda Soares, soprano responsável pelo projecto já editado em Portugal, Music Box - Fado em Concerto, que funde o canto lírico com o fado. Com ela animaram vários congressos e galas em espaços alternativos como o Pavilhão de Portugal, Anfiteatro de Oliveira do Hospital, Hotel Miragem, entre outros.



Dois cartazes de dois espectáculos para a C.M. Sintra. À esquerda "Amor com Humor", à direita "ás cinco", ambos em 2003.




Ao vivo com João Soares (guitarra clássica) e Castóra (percussão), 2003